O médico ginecologista e obstetra Paulo Roberto da Silva foi preso na manhã desta quarta-feira (22), por agentes da 125ª Delegacia de Polícia Civil, de São Pedro da Aldeia. Os policiais cumpriram um mandado de prisão preventiva pelo crime de violência psicológica contra a ex-mulher, com base na Lei Maria da Penha. No mesmo dia, Paulo foi transferido para Benfica.
Segundo a Polícia Civil, Paulo negou as acusações da ex-companheira de ameaça, calúnia e perseguição. A polícia informou ainda que, anteriormente, o médico já tinha sido preso por agressão pela Lei Maria da Penha.
Já em 2016, quando morava no Braga, em Cabo Frio, Paulo Roberto foi vítima de tentativa de latrocínio e extorsão e chegou a ficar internado na UTI, onde passou por uma cirurgia. Na época, uma ex-empregada dele foi presa como uma das principais suspeitas do crime.
Ex-diretor do Hospital Geral de Arraial do Cabo, Paulo atuou em diversos municípios da Região dos Lagos.
Em 2016, ele foi alvo de uma denúncia da Procuradoria Regional Eleitoral no Rio de Janeiro (PRE/RJ), junto com o então prefeito de Arraial do Cabo, Wanderson Cardoso de Brito. Na ocasião, a acusação é de que Paulo faria parte de um esquema para oferecer laqueaduras a mulheres em troca de votos nas eleições de 2012.


