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Museu do Surf é uma das opções de lazer mais visitadas de Cabo Frio

Local é o maior museu do ramo das Américas Latina e Central, e o terceiro maior do mundo

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A Região dos Lagos atrai turistas de diversas partes do Brasil e do mundo. No interior do estado do Rio de Janeiro, a localidade chama atenção por suas praias e paisagens naturais. Porém, estas não são suas únicas particularidades. Os municípios também apresentam destaque no turismo histórico e esportivo.

Um local que vem sendo cada vez mais frequentado por moradores e turistas é o Museu Internacional do Surfe, localizado na Praça da Cidadania, na orla da Praia do Forte, em Cabo Frio. O acervo é composto por mais de 800 pranchas, incluindo algumas raras, além de documentos, filmes, troféus e revistas, suas peças contam a história do surf nacional e mundial.

Segundo a Prefeitura, o local é o maior museu das Américas Latina e Central e o terceiro maior do mundo, na categoria, e recebe cerca de 200 mil visitantes por ano. Uma das peças mais raras do acervo é a prancha utilizada pelo havaiano Michael Ho, que foi vencedor da etapa de Pipeline, em 1982. A prancha foi feita pelo surfista australiano Simon Anderson, primeira pessoa a desenhar pranchas com três quilhas, que são utilizadas no esporte até os dias de hoje.

De acordo com a organização, apesar de pouco conhecido, o museu atrai muitos visitantes de todo o Brasil, principalmente no período do verão, além dos moradores tanto do município, quanto das cidades adjacentes.

“O museu é o único do Brasil e tem o maior acervo que já ouvir falar. Ter um museu do surf fixo em Cabo frio é mais um ponto turístico que a nossa cidade oferece para os turistas, além de nossas praias que são um espetáculo. Além disso, conta a história do surf da cidade e todas as nossas conquistas no esporte”, comenta Victor Ribas, ex surfista profissional.

Inaugurado em 2012, o museu ficava sob a responsabilidade de Telmo Moraes, surfista fundador do local, que iniciou o acervo com uma coleção na sala de sua casa, na Praia do Peró. Porém após seu falecimento, em agosto desse ano, o cargo passou para seu filho Caio Morares.

“Além de ser o único do tipo no Brasil, o museu contribui para o turismo da cidade, pois o surf traz muita gente para Cabo Frio. Além disso, no acervo pode-se ver pranchas raras, que não se encontra as histórias no Google”, afirma uma das funcionárias do local.

O museu internacional do surf possui entrada gratuita, e fica localizado na Rua Aníbal Amador do Vale, 2-300 – Vila Nova, Cabo Frio. O horário de funcionamento é de segunda a domingo, de 10h às 20h.

Matéria escrita pelos alunos André Dias, Débora Evelin, Thaísa Azevedo, Anna Beatriz Barreto e Natália Teixeira, do curso de Jornalismo da Universidade Veiga de Almeida (campus Cabo Frio), supervisionados pelo professor Ronaldo Piloto, na disciplina de Jornalismo Digital.

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