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Governador do Rio propõe trabalho conjunto entre PF e Polícia Civil

Decisão aconteceu nesta terça-feira (10) durante posse do novo superintendente da Polícia Federal

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Ao participar da posse do novo superintendente da Polícia Federal no Rio, delegado Carlos Henrique Oliveira de Souza, nesta terça-feira (10), o governador Wilson Witzel colocou a estrutura da Secretaria de Polícia Civil à disposição do órgão e destacou o trabalho em conjunto que as duas polícias podem desenvolver no combate ao crime organizado no estado.

 

“Quero colocar à disposição da Polícia Federal a nossa Polícia Civil. Nós a encontramos de forma sucateada, com menos da metade do efetivo que deveria ter. Estamos de portas abertas porque conseguimos, sem aumento de efetivo, elevar a capacidade operacional da secretaria. Temos um departamento de combate à lavagem de dinheiro e ao crime organizado que é o maior do Brasil e, até janeiro deste ano, não havia um inquérito apurando lavagem de dinheiro e tráfico de armas. Nós temos hoje, aproximadamente, 70 investigações” disse Witzel, que estava acompanhado do vice-governador, Cláudio Castro.

 

Durante o discurso, o governador lembrou a decisão de tornar as polícias Militar e Civil em secretarias de estado, o que permitiu que ambas tivessem mais independência para conduzir as respectivas investigações.

 

“Demos à Polícia Civil a independência necessária para que possa atuar de forma totalmente despolitizada. Da mesma forma foi com a secretaria de Polícia Militar. Todos os comandantes de batalhões foram escolhidos pelo comando do Estado Maior da PM. O resultado deste trabalho é que temos quase 900 vítimas de homicídio a menos desde o início do ano. O número ainda é alto, mas é o menor dos números de homicídios da série histórica desde 1991”, reafirmou o governador.

 

O delegado Carlos Henrique, que substitui o delegado Ricardo Saadi no comando da PF no Rio, era superintendente da Polícia Federal em Pernambuco e já teve passagens por delegacias especializadas da Polícia Civil.

 

“Enfatizo a necessidade do intercâmbio das polícias. Sem a proximidade da Polícia Federal com a Polícia Civil do Rio de Janeiro nós ficamos com um ponto cego porque as apreensões de drogas e armas acabam resultando em meros processos de porte indevido do uso de arma de fogo e não se chega aos verdadeiros mercadores dos cartéis que inundam o Brasil de armamentos, um exemplo do trabalho conjunto entre o Estado e a Polícia Rodoviária Federal (PFR). A instituição é uma grande parceira das polícias Militar e Civil, na atuação e no combate nas estradas federais do Rio de Janeiro, por onde entram drogas e armas em quantidade assustadora”, finalizou Witzel.

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