O ex-prefeito de Cabo Frio Marquinho Mendes declarou, nesta quinta-feira (7), que, se não puder ser candidato nas eleições deste ano, apoiará o vereador Aquiles Barreto como candidato a prefeito.
A declaração foi dada em entrevista ao site RC24h. Marquinho Mendes afirmou que tenta viabilizar sua candidatura, que depende do julgamento de processos na Justiça Eleitoral.
Segundo o ex-prefeito, caso não possa se candidatar novamente, apoiará Aquiles Barreto.
“Eu tenho um compromisso junto com Aquiles e com o municipio. Aquiles é uma pessoa que confio. Foi leal, meu companheiro e de total confiança. Ele assumiu compromisso com a volta do Hospital da Criança, a assistência da merenda escolar e com o retorno do programa Café do Trabalhador. Eu quero deixar bem claro que se a Justiça determinar que não posso me candidatar, já tenho compromisso firmado com Aquiles para reconstruir a cidade de Cabo Frio”, disse Marquinho Mendes
Marquinho foi questionado, caso o apoio a Aquiles Barreto se concretize, se gostaria de ter sua esposa, Camila Mendes, como candidata a vice na chapa.
“Se eu não puder ser candidato, então vou trabalhar ao lado de Aquiles. Essa é a minha única certeza no momento. Em relação a escolha de vice, ainda não podemos definir”, afirma.
Após a entrevista, o vereador Aquiles Barreto comentou a declaração de apoio.
“Fico muito feliz com a declaração de apoio vinda de Marquinho. Sempre tive um trabalho voltado para o povo cabo-friense e ver ele dando essa declaração só me mostra que o caminho é esse, cuidar do povo de Cabo Frio. Precisamos trabalhar muito em prol de Cabo Frio, esse é nosso dever”, disse Aquiles.
Ainda na entrevista, Marquinho Mendes opinou que o momento de pandemia no município não está sendo tratado adequadamente pelo governo.
Para ele, é preciso fazer uma testagem maior. O ex-prefeito disse desconfiar dos dados informados pelo município.
“A covid-19 deve ser encarada com muita seriedade. Quero estender esse momento aos profissionais da área de saúde e quero parabenizá-los pelo seu trabalho. Não é uma ‘gripezinha’, mas sim um vírus letal. Os dados não representam de verdade o que nós temos. É momento de preservar a vida e não nos preocuparmos com política”, comenta.