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Xande de Pilares, Toni Garrido e Yasmin Santos agitam fim do ano em Arraial do Cabo

Com expectativa de receber 7,6 milhões de turistas no verão, cidade investirá também em feiras culturais, gastronômicas e de chopp

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Um dos grandes nomes atuais do samba, Xande de Pilares vai participar da programação musical de fim de ano de Arraial do Cabo, ao lado de Toni Garrido e Yasmin Santos. A programação começa no dia 29 e segue até o dia 31 na Praia Grande, com shows locais a partir das 19h. A Prefeitura vai promover queima de fogos na Praia Grande e nos distritos de Figueira e Monte Alto. O show da virada fica por conta de Yasmin Santos.

Um estudo da Prefeitura de Arraial do Cabo aponta que 7,6 milhões de pessoas devem passar pelo município de 26 de dezembro até a quarta-feira de cinzas (14 de fevereiro). Além da programação musical na virada do ano, a prefeitura vai investir em eventos gastronômicos, culturais e feiras de chopp durante a alta temporada.

O secretário de Turismo de Arraial, Junior Chuchu, concedeu uma entrevista ao Portal Fontecerta.com na manhã desta quarta-feira (6) e falou sobre o planejamento para o verão e a logística para receber tanta gente.

Sobre Réveillon, por exemplo, a programação terá shows de artistas de alcance nacional entre 29 e 31 de dezembro. De acordo com Chuchu, Toni Garrido, Xande de Pilares e Yasmin Santos comandarão a festa no município.

“Durante o verão, a gente entende que a cidade já está cheia naturalmente. Então, nós vamos apostar em feiras culturais, gastronômicas e de chopp. Vamos trabalhar a exposição de artesanato. Criando também área kids [nos eventos]. A gente vê que é uma deficiência da nossa região explorar pouco esse ambiente familiar”, analisou o secretário.

Planejamento da mobilidade urbana

Foto: Marcelo Teixeira/ASCOM PMAC

Um dos grandes problemas que esse número de turistas traz para a cidade está na mobilidade urbana.

“Hoje, na saída da cidade, a gente criou um funil, bloqueando saídas de algumas ruas transversais, utilizando uma rota única para poder não dar engarrafamento para quem sai dessas vias”, explicou Chuchu, dando exemplo de uma das ações.

O secretário pontuou também o bloqueio da entrada de veículos de turismo no Centro da cidade. Agora, todos ficarão em um bolsão de estacionamento. “Assim, a gente controla melhor e faz a entrada e a saída mais rápida desses grupos maiores”, disse.

Além disso, Chuchu comentou que equipes instalaram placas para alterar o trânsito em algumas partes do dia. As iniciativas desse planejamento partiram através da criação de um observatório com agentes de turismo.

“A gente começou fazendo algumas ações nos feriados, nos quais mais se comparava a alta temporada, para a gente começar a fazer esse planejamento. O observatório conseguiu dar números e dar pontos onde deveria ter uma participação maior do poder público”, afirmou.

A segurança também foi alvo de planejamento em Arraial do Cabo. A Polícia Militar, os agentes do Proeis e a Guarda Municipal fazem parte desse reforço.

Criticas ao “day use”

Nesta semana, viralizou nas redes sociais um trecho de uma entrevista que Junior Chuchu concedeu falando sobre o “day use” de municípes da Baixada Fluminense em Arraial do Cabo. Um internauta pontuou que as pessoas que fazem “day use” em Arraial do Cabo gastam no município e chegou a dizer que se não fosse a Baixada, Arraial iria à falência.

O secretário de Turismo negou ter qualquer tipo de preconceito com a Baixada Fluminense e apenas a citou como exemplo porque “são as cidades que, na pesquisa de demanda que nós temos, ficam mais longe”.

No entanto, Chuchu reiterou as críticas que fez ao formato de “day use”. Na argumentação do secretário, esse tipo de turismo não favorece tanto a economia cabista.

“Ele prejudica a logística dentro do município e diminui a qualidade para as pessoas que se hospedam aqui. É mais trânsito, a praia mais cheia, produz mais lixo. Então, tudo fica mais difícil dentro da cidade”, apontou o secretário.

De acordo com Chuchu, na pandemia, quando se entrava no município apenas com o QR Code, o ticket médio de cada visitante era bem maior. “Tinha 10x menos pessoas no município, mas as pessoas ganhavam duas, 3x mais do que ganham hoje”, disse Chuchu.

“Quando eu falei ali, eu tenho dados que comprovam a minha fala. Feriado e fim de semana entra uma média de 150 mil pessoas aqui na cidade só para o “day use”, fora quem é morador, quem está hospedado no município. O “day use” prejudica o funcionamento da cidade”, opinou.

O secretário afirmou, ainda, que estão em estudo projetos para minimizar os impactos desse formato de turismo na cidade. Entre eles, os bolsões de estacionamento e a taxa de preservação ambiental.

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