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Prolagos inicia obra de cinturão de esgotos na orla da Praia do Peró

Ação é fundamental para a manutenção da certificação Bandeira Azul

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A Prolagos iniciou, nesta semana, as obras do cinturão de esgotos da orla da Praia do Peró, em Cabo Frio. A enseada, certificada pelo programa Bandeira Azul (selo internacional de qualidade de praias, marinas e embarcações) vai receber cerca de 530 metros de rede coletora. Além disso, a concessionária também vai construir caixas de gordura e fará as ligações de esgoto para os quiosques. A previsão de término é de 30 dias. A obra é fundamental para a manutenção do selo, que avalia critérios com foco em gestão e educação ambiental, serviços, segurança, turismo sustentável, responsabilidade social e a qualidade da água.

“Temos uma grande preocupação em zelar pelo patrimônio ambiental da Região dos Lagos e os serviços de saneamento básico são essenciais para a preservação do meio ambiente, e consequentemente, impulsionamento do turismo, que é uma das principais atividades econômicas locais”, afirma Pedro Freitas, diretor-presidente da Prolagos.

Com o anuncio do início da obra, o comitê gestor do certificado definiu o dia 25 de novembro para o hasteamento oficial da Bandeira Azul para a temporada 2021/2022. “Um dos critérios da certificação é o descarte adequado de esgoto, que até agora era feito periodicamente com o auxílio de um caminhão vacol. Esta nova obra vai melhorar muito a qualidade ambiental da área, extinguindo o risco de vazamento e com uma melhor limpeza dos quiosques –, acrescenta Paloma Arias, coordenadora nacional do programa.

A construção da rede coletora de esgoto na orla é o início do que irá acontecer em todo o bairro nos próximos cinco anos, quando serão implantadas cerca de 135 quilômetros de redes separativas de esgoto em Cabo Frio. Além do Peró, os bairros Jardim Caiçara, Jardim Olinda, Palmeiras, Praia do Siqueira, Portinho, Parque Burle, São Cristóvão, Cajueiro, Ogiva, Centro, Braga e Vila do Sol também serão beneficiados nesta fase. O projeto prevê ainda a construção de 11 estações elevatórias e 7,72 km de linha de recalque, que serão responsáveis por bombear o efluente até a estação de tratamento.

A definição dos locais está alinhada à estratégia definida pela concessionária e os cinco municípios da área de concessão para substituir o sistema de esgotamento sanitário Coleta em Tempo Seco, modelo em vigor que capta as contribuições da rede de drenagem, para separador absoluto. Para otimizar os recursos, foram consideradas as áreas que tenham estações de tratamento e elevatórias (unidades de pressurização de esgoto) já instaladas, além de maior concentração de habitantes, para atender metade da população até 2026.

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