Após passarem a noite acampados na sede da Prefeitura, os profissionais da educação de São Pedro da Aldeia realizaram mais uma manifestação na manhã desta quinta-feira (23). A categoria segue cobrando um posicionamento do poder público quanto às revindicações que levaram o movimento. Parte do grupo foi até a Câmara Municipal para participar da sessão da Casa Legislativa.
A greve da educação teve início nesta segunda-feira (20) e, segundo o Sepe Costa do Sol, a adesão chega a quase 100% dos profissionais de apoio, como porteiros, merendeiras e trabalhadores de serviço geral.
A paralisação por tempo indeterminado é ocasionada por motivos como o não cumprimento da decisão judicial do dissídio de greve de 2016 PCCR, pela cobrança do pagamento do 13º de 2015, pela falta de professores em muitas turmas e escolas, além da falta de manutenção das unidades, protelação da convocação dos concursados e do não cumprimento de decisões judiciais sobre os direitos dos servidores.
“Nós estamos embasados em leis e o que nós estamos solicitando é que essas leis sejam cumpridas. Nada além dos nossos direitos. Mas é importante enfatizar que todas as deliberações serão conduzidas pela assembleia. Nossa atitude de ocupação é prevista em lei e é constitucional. Não há deseducação nesse ato”, afirmou uma das representantes do sindicato, explicando a ocupação da noite interior, que teve a luz do prédio cortada durante o movimento.
Uma nova assembleia do Sepe Costa do Sol será realizada ainda nesta quinta-feira para decidir novas diretrizes do movimento.


