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Prolagos promove oficina de elaboração curricular para jovens quilombolas

Ação em parceria com a prefeitura de Cabo Frio visa fortalecer a empregabilidade do negro no mercado de trabalho

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Preparar os jovens para o mercado de trabalho, promover igualdade de acesso às vagas de emprego e criar um cadastro profissional de pessoas negras. Estes foram alguns objetivos da “Oficina de Elaboração Curricular e Comportamento para Entrevista”, realizada pela Prolagos, uma empresa da Aegea Saneamento, em parceria com a prefeitura de Cabo Frio, por meio da Coordenadoria Municipal de Igualdade Racial. Cerca de 15 adolescentes de comunidades quilombolas e da periferia da cidade participaram do evento, na sede do executivo municipal, que cumpriu todas as medidas de prevenção da Covid-19.

A ação é uma iniciativa do “Respeito dá o Tom”, programa de igualdade racial da concessionária, que promove equidade nas oportunidades de acesso à empresa e de crescimento profissional dos colaboradores que se autodeclaram pretos ou pardos.

“Esta é uma forma que a Prolagos encontrou para ajudar a reduzir a desigualdade racial, e consequentemente, a falta de representatividade, resultado de anos de escravidão e discriminação, sofridos pela população negra em todo Brasil” – explica Tayane Pimentel, coordenadora do programa.

A palestra foi ministrada pela coordenadora de RH da concessionária, Fernanda Lima, que ensinou aos adolescentes a forma ideal para preencher um currículo, o que não deve ser inserido no documento e como se portar no ambiente corporativo.

“O currículo bem estruturado é o que vai chamar a atenção do recrutador, mas além disso, buscamos treinar habilidades e abrir os horizontes desses jovens para que eles possam construir um futuro profissional” – ressalta Fernanda.

Esta foi a primeira edição do projeto, que também será levado para outros municípios da região. Em função da Covid-19, o número de participantes foi reduzido.

“Os adolescentes estão muito vulneráveis, principalmente após a pandemia, sabemos que a comunidade negra e periférica sofre com as faltas sociais, e queremos contribuir para a diminuição, principalmente com aqueles com idades de Jovem Aprendiz, que são os mais expostos a todos os tipos de violência” – pontua Carolina Conceição, coordenadora de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais.

Quem participou da oficina, garante que vai aplicar o aprendizado. “Foi muito bom participar. Aprendemos muito sobre como montar o currículo, já que nossa maior dificuldade era a falta de experiências profissionais” – conclui Samira dos Santos.

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