Deputada Zeidan participa do lançamento da plataforma digital do Observatório do Feminicídio

Ferramenta reúne ferramentas de orientações e políticas públicas de combate à violência contra mulheres

Ferramenta reúne ferramentas de orientações e políticas públicas de combate à violência contra mulheres

A deputada e vice-presidente da Comissão de Direitos da Mulher da Alerj, Zeidan (PT), marcou presença nesta quarta-feira (20) no lançamento da plataforma digital do Observatório do Feminicídio, coordenado pela Secretaria de Estado da Mulher. O evento ocorreu na UFRJ, no Flamengo, reunindo representantes do governo, da sociedade civil e de movimentos sociais.

Em seu discurso, Zeidan ressaltou a trajetória do Observatório, que teve origem em 2019 a partir de um projeto de lei de sua autoria, quando foi relatora da CPI do Feminicídio na Alerj. O relatório daquela comissão apresentou 124 recomendações dirigidas a órgãos estaduais e municipais, ao legislativo e ao judiciário. A lei 9.644/22, que regulamentou a iniciativa, foi sancionada pelo governador Claudio Castro em junho de 2024.

“Esse Observatório é fundamental para enfrentar e reduzir os casos de feminicídio no Estado do Rio de Janeiro. A participação da sociedade civil e dos movimentos de mulheres é essencial para garantir o direito de viver sem violência”, destacou a deputada. Zeidan também compartilhou seu objetivo de criar uma rede de proteção à mulher e ao adolescente, incluindo apoio financeiro, renda e acompanhamento psicológico às vítimas de violência.

A nova plataforma digital reúne informações de segurança, saúde e justiça, com o objetivo de orientar a formulação de políticas públicas mais efetivas contra a violência de gênero. Durante o evento, também foram apresentados uma cartilha informativa voltada ao público em geral e um curso de capacitação para agentes de segurança.

Segundo o governo estadual, a ferramenta permitirá um monitoramento mais preciso dos casos e apoiará ações de prevenção, acolhimento e cuidado às mulheres e adolescentes vítimas de violência, reforçando a importância de políticas integradas e de longo prazo.

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